
Denovo;
eu me apaixonei,
sonhei.
Denovo;
eu fui feliz por antecedência,
supri aquela carência
que tenho de imaginar.
Eu amo, eu canto, eu voo
eu mato e eu me perdoo,
dou vida à abstração
apenas quando abro mão
de viver na realidade.
Matar o raciocinar!
É a minha eterna vontade:
Matar, matar e matar
desfrutando da impunidade.
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