o beijo
a carne
o sexo
desejo?
é tudo coisa do diabo!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A visita

Quando a gente sai, deixa pra tras muita coisa.
A gente imagina que quando voltar vai estar tudo igual... E estará.
Mas de um jeito sutilmente diferente
E essa pontinha de iniguldade que se esconde no mais simples perturba todos os nossos sentidos.
Acho que só nós mesmos percebemos que as reações ja nao são as mesmas.
Antes quando tudo parecia ruim, saimos à procura de respostas, de força e de íntima evolução. Quando porém alcançamos esse nivel percebemos que o preço foi a nossa própria ingenuidade que se perdeu e já nos sentimos pecadores.
O pecado de ser parte do conjunto dos velhacos. Saber não tem o mesmo glamour que tinha quando a gente desejava o "impossível".
segunda-feira, 13 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
No buraco da fechadura
Essa é a parte em que eu lhe conto
que a menina cuja meia é de renda
vive um confronto, contraponto
quem sabe um dia tal menina compreenda
Descobriu que imaginar não acalenta
bom na vida não se alegra, se arrebenta
talvez um dia, coitadinha ela aprenda
que sofrer não é legal e se arrependa
Mas agora, hoje em dia a menina
quer chorar toda a agua lá de cima
quer sentir maior tensão de todo o clima
se livrar dos resquicios da morfina
Se afundou naquele mar da sua pureza
descobriu que o vulgar tem sua beleza
mas que o belo é dos maiores santidade
que a menina transparece
no seu ar de virgindade
que a menina cuja meia é de renda
vive um confronto, contraponto
quem sabe um dia tal menina compreenda
Descobriu que imaginar não acalenta
bom na vida não se alegra, se arrebenta
talvez um dia, coitadinha ela aprenda
que sofrer não é legal e se arrependa
Mas agora, hoje em dia a menina
quer chorar toda a agua lá de cima
quer sentir maior tensão de todo o clima
se livrar dos resquicios da morfina
Se afundou naquele mar da sua pureza
descobriu que o vulgar tem sua beleza
mas que o belo é dos maiores santidade
que a menina transparece
no seu ar de virgindade
Não humilde inspiração
Quando rasga, quando queima, quando transborda os poros, as veias, a carne.
Quando imploro por um fim, imploro pelo controle das minhas sensações denovo.
É nesse momento que a luz da minh'alma clareia e clareia e clareia o infinito...
E como que em uma explosão de tanta coisa da origem a um texto tão bonito.
Quando imploro por um fim, imploro pelo controle das minhas sensações denovo.
É nesse momento que a luz da minh'alma clareia e clareia e clareia o infinito...
E como que em uma explosão de tanta coisa da origem a um texto tão bonito.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
E foi embora
Pior do que a dor que arde, que queima, que ranca pedaço,
é essa dor que dói estranho. Machuca um lugar que na maior parte do tempo a gente não sente,
ela tá lá dentro doendo não sei onde.
O sangue engasga e não sai, a dor sufoca de um jeito cruel.
A vontade que da é de enfiar uma faca e rasgar essa dor.
Mas não adianta se machucar, ela continua doendo,
apertando o seu vazio.
Só que quando eu escrevo a dor passa.
é essa dor que dói estranho. Machuca um lugar que na maior parte do tempo a gente não sente,
ela tá lá dentro doendo não sei onde.
O sangue engasga e não sai, a dor sufoca de um jeito cruel.
A vontade que da é de enfiar uma faca e rasgar essa dor.
Mas não adianta se machucar, ela continua doendo,
apertando o seu vazio.
Só que quando eu escrevo a dor passa.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Vi-vendo
A distância nos faz ver o quanto tudo é tão pequeno perto do mundo. Mais distância ainda nos mostra que pequeno mesmo é o próprio mundo e que nós somos um pedaço do nosso Deus.
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