Em 1974, na conferência mundial sobre alimentação da ONU, foi estabelecido que "todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição". Torna-se então bastante explícita a necessidade de melhorar a destribuição de comida - a falta de segurança alimentar atingia mais de 30 países no final de 2006.
Algumas potências começaram então a impor destino certo aos excedentes agrícolas estimulando a demanda por esses produtos nos países pobres. Porém o volume de ajuda tem se mantido na média de 10 milhões de toneladas por ano, enquanto a população e a produção de alimentos no mundo estejam em constante crescimento, transformando o que representava cerca de 10% da produção mundial de comida em algo em torno de 2% para ajudar na alimentação de toda a gente miserável.
Mas a fome, mesmo que lentamente, vem diminuindo graças ao aumento da produção agrícola percapita dentro dos próprios países subdesenvolvidos. Inclusive é importante citar e relevancia que esses países têm no assunto, já que em 2007 havia cerca de 850 milhões de pessoas subnutridas no mundo e mais de 820 milhões eram de países subdesenvolvidos. Muito do que possibilitou esses países a alavancar a produção de alimentos foi a possibilidade de fazer uso de terras antes inviáveis à agricultura, terras às quais devemos grande parte de sua insaturação ao seu uso abusivo pelo homem.
Nas últimas décadas a área agrícola irrigada dobrou de extensão, e a quantidade de água usada para irrigar plantações é de cerca de 70% do seu volume total consumido no mundo.
Paradigma lançado, uma das poucas maneiras de resolver ao menos parte de toda essa problemática é investir de verdade na reciclagem da água do nosso planeta deixando de lado a idéia de que tratamento de esgoto, substituição de asfalto por outro tipo de material mais permeável, campanhas de conscientisação; para citar exemplos, são medidas políticas, e encara-lás realmente como alguns dos meios de tentar salvar a perpetuação da espécie humana no mundo.
dados: sistema Anglo de ensino. Fome de Quê?
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